Histórico 2013, 2016 e 2017

Projeto Social ABPp SEÇÃO SÃO PAULO vai à Escola

 

Gestão 2011/2013

 

Histórico

A ABPp  SEÇÃO SÃO PAULO  tem como missão desenvolver ações que busquem consolidar a identidade do psicopedagogo, enquanto profissional do processo de aprendizagem nos diversos segmentos da sociedade, constituindo-se como referência no Estado de São Paulo.

Desse modo, a diretoria da seção na gestão 2011/2013, se organizou para estabelecer contato com escolas públicas da cidade de São Paulo, para desenvolver propostas que visem a formação profissional de professores da Educação Infantil, do Ensino Fundamental I, II e Ensino Médio. Neste projeto, como premissas norteadoras, foram estimuladas a reflexão sobre escolhas pessoais e profissionais, a ampliação de possibilidades no exercício docente, a resolução de problemas com os alunos e com seus pares e também a orientação à equipe (gestor, docente) na busca de respostas às questões da atualidade

 

Objetivo

Desenvolver ações que estimulem a reflexão sobre a prática com a equipe gestora e docente.

 

Fundamentação teórica

A SEÇÃO SÃO PAULO assumiu desde o ano de 2011 o compromisso social com a Psicopedagogia, ao trabalhar com professores de escolas públicas no projeto batizado de ABPp – SEÇÃO SÃO PAULO vai à Escola.

Se a atualidade exige da escola novas posições em relação aos processos de ensinar, de aprender, de avaliar, e, exige também a substituição dos saberes pré-fixados é preciso então, revisar compreensões e reorganizar os saberes  em função da escola atual.

Ainda resolvemos problemas cada vez mais complexos com o mesmo modelo pedagógico do passado quando, os valores e as crenças acerca do ensinar e do aprender cristalizam-se em mitos e, aprisionam os sujeitos em concepções que impedem seu próprio desenvolvimento e aprendizagem.

Neste sentido concordamos com Esteve ( 2005) que afirma ser preciso redefinir a identidade do professor, apontando para uma nova conscientização acerca dos “valores nos quais acreditam os objetivos pelos quais trabalham e o tipo de homem que quer formar”.

Uma nova identidade, com novo perfil pode se constituir naquilo que Sánchez (1992) denomina de “professor mediador” que além de ser um especialista- domina conteúdos, potencializa o sentimento de capacidade do aluno, ensina o que fazer, como, quando e o porquê, e considera as diferenças individuais.

O “paradigma da mediação” (Feuerstein, 1994 ), centrado no professor, implica em uma perspectiva especificamente situada mais no âmbito do ensino que no da aprendizagem, e atende às necessidades decorrentes do atual paradigma educacional.

Envolvidos no cotidiano escolar em que há a falta de tempo para o planejamento e para reflexão, os professores, muitas vezes, deixam de lado o encadeamento desejado entre o praticar e o teorizar como também não buscam a formação continuada a serviço de um projeto pessoal.

Oferecer somente informações e conteúdos não garante a mudança na postura e na forma de agir, é preciso dar vez e voz ao professor para que ele se reconheça como pensante e possa aprimorar sua prática pedagógica.

Entendemos que ao ser “pesquisador da própria atuação docente”, como afirma Stenhouse (1991) o professor pode delinear estratégias educativas mais efetivas, e relacionar-se com os deveres  e os dilemas éticos da profissão, competência necessária, como afirma Perrenoud (2001) , nos dias de hoje.

 

Plano de Ação

A organização do grupo docente respeitou a diversidade de atuação dos profissionais no âmbito escolar, bem como a opção de proximidade entre amigos na roda de conversa.

Buscando a integração do grupo e a reflexão sobre temas de interesse, as propostas se basearam em perguntas que conduziam a outras perguntas. As respostas dos professores foram depoimentos importantes sobre a experiência pessoal e profissional, na condução das relações com alunos e colegas.

Vale enfatizar que, os encontros foram gratuitos, com participação voluntária, realizados uma vez por mês, com a duração de uma a duas horas ligada a disponibilidade e envolvimento.

 

Ações desenvolvidas nas instituições atendidas pelo Projeto ABPp – SEÇÃO SÃO PAULO vai à Escola.

Escola Estadual Rômulo Pero.

Durante o planejamento escolar do segundo semestre de 2013, a ABPp  SEÇÃO SÃO PAULO fez um  convite aos professores  do Ensino Fundamental II e Ensino Médio, da Escola Estadual Rômulo Pero, situada na Rua Copacabana, 243, no bairro Chora Menino, Zona Norte de São Paulo. Com o aval da diretora Karen Cristina G. Alves, no dia 29 de julho de 2012, ocorreu o primeiro encontro com a equipe de professores. No dia 19 de agosto, aconteceu o segundo encontro. Como disparador de uma conversa, acerca da relação entre quem ensina e quem aprende, foi aplicado o par educativo, o que  estimulou a reflexão sobre si mesmos, e promoveu o resgate de  aspectos da formação individual. O compartilhamento com o grupo propiciou o encadeamento da conversa sobre as necessidades e desejos de cada um na profissão de educador.

Centro de Educação Infantil do Centro Educacional Unificado– CEU –

No ano de 2012, a ABPp SEÇÃO SÃO PAULO realizou o trabalho social, na rede municipal, no Centro de Educação Infantil do Centro Educacional Unificado – CEU – Paz, na Zona Norte da Capital. A diretora, Jaqueline Russo Viotto,  que também é psicopedagoga, acolheu o projeto e deu seu depoimento: “uma boa escola não se constrói somente com decretos e portarias” o psicopedagogo pode facilitar o processo de fazer valer/cumprir a legislação, quando traz para a escola um olhar psicopedagógico, praticando uma gestão participativa, mais humanizada.

Os encontros realizados com os professores tiveram duplo objetivo:

  • Identificar os problemas que a escola apresenta em seu cotidiano e as possíveis ações que ela se propõe para minimizá-los;
  • Discutir o papel do educador que atua com crianças até 3 anos de idade.

Inicialmente, em uma construção coletiva, os educadores puderam expressar seus anseios sobre o cotidiano escolar e revelar suas concepções acerca do aprender / ensinar.

Em reflexão posterior, foram estimulados a pensar sobre a questão: O que faz o professor em um Centro de Educação Infantil – CEI: cuida ou educa?

Elencamos a opinião do grupo, fizemos um comparativo com as orientações curriculares vigentes (SMSP-2007; SMRJ-2010) e deste modo, os educadores puderam constatar que muitas de suas práticas contemplavam as referidas orientações.

Reconhecer-se como autor e ter sua ação legitimada pelo outro, estimula e encoraja o professor/educador a confiar em sua capacidade pensante para produzir algo uma vez que, segundo Fernandez (2001, p.90), a autoria de pensamento é “o processo e o ato de produção de sentidos e de reconhecimento de si mesmo como protagonista ou participante de tal produção”.

A prática profissional quando discutida, atualizada fortalece a identidade do professor / educador.

 

Resultados

A adesão aos encontros pelos professores e outros profissionais nas escolas,  com demandas pertinentes à proposta ,foi um indicador importante para darmos continuidade ao trabalho desenvolvido. As devolutivas com depoimentos sobre a reflexão desencadeada a partir dos assuntos abordados,  revelaram mudança nas ações/práticas cotidianas.

 

Conclusão

A ABPp  SEÇÃO SÃO PAULO ao trabalhar com professores de  escolas públicas, assumiu  seu compromisso social com a Psicopedagogia, contribuindo para modificar  a qualidade dos processos de ensinagem/aprendizagem.

 

 

Identificação

ABPp SP – Associação Brasileira de Psicopedagogia SEÇÃO SÃO PAULO

CNPJ: 06.975.058/0001 – 37

Av. Dr. Arnaldo, 1690 – Sumaré – São Paulo  – CEP: 01255-000

Tel: 11 995131411

www.saopauloabpp.com.br

saopaulo@saopauloabpp.com.br

 

Elaboração do Projeto
Diretoria (2011-2013)

Presidente – Maria Cristina Natel

Vice-presidente – Sandra Lia Nisterhofen Santilli

Diretor Secretário – Tiago Cimino

Diretora Secretária Adjunta – Esther Monteiro

Diretora Financeira – Helena Barbosa Silva

Diretora Cultural – Evanilda Moura Santos

Diretora Relações Públicas – Sandra Casseri Rindeika

 

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

FREIRE, P. – (166 –167 Pedagogia do Oprimido,  17ª edição, 1997 – Paz e Terra – Rio de Janeiro.

JUAREZ, M. P.  – in Pesquisas e Práticas Psicossociais, 7(2), Aportes y Desafíos  – Avaliações de uma Psicopedagogia Comunitária: Reflexões, Contribuições e Desafios São João del-Rei, julho/dezembro 2012

MARTÍNEZ, A.; TACCA,M. C. A Complexidade da  Aprendizagem. Campinas, Ed.Alínea, 2009

MEIER, M.; GARCIA,S. Mediação da Aprendizagem – Contribuições de Feuerstein e Vygotsky. 2ª Ed. Curitiba, Graphiven. 2007

SCOZ, B. Identidade e Subjetividade de Professores: sentidos do aprender e do ensinar. – 2ª Ed. Petrópolis, Vozes. 2012

TÉBAR, L. O perfil do professor mediador – Pedagogia da Mediação. São Paulo, Ed. Senac. 2011

Projeto Social ABPp SEÇÃO SÃO PAULO vai à Escola

 

Gestão 2014/2016

 

Histórico                                     

A partir de 2015, a diretoria refletiu sobre a possibilidade de ampliação e diversificação da ação voluntária, com a inclusão do associado neste processo.

No mês de maio daquele ano, realizamos uma pesquisa, por e-mail, com objetivo de avaliar a adesão dos associados a uma nova proposta relacionada ao Projeto Social – ABPp SEÇÃO SÃO PAULO vai à Escola.

O resultado deste levantamento foi promissor e obtivemos respostas positivas para 70% dos que participaram da pesquisa.

Com a adesão garantida apresentamos ao associado à nova ação do Projeto Social: o exercício da prática profissional, em uma atuação voluntária, com crianças de escola pública. Essa ação será acompanhada e supervisionada por psicopedagogos, associados titulares da ABPp SEÇÃO SÃO PAULO.

 

Justificativa

“A partir das informações do” SAEB (Sistema de Avaliação da Educação Básica) e da Prova Brasil, o MEC e as Secretarias Estaduais e Municipais de Educação podem definir ações voltadas ao aprimoramento da qualidade da educação no país e a redução das desigualdades existentes, promovendo, por exemplo, a correção de distorções e debilidades identificadas e direcionando seus recursos técnicos e financeiros para áreas prioritárias.

O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) é calculado com base no desempenho do estudante em avaliações do INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) e em taxas de aprovação. Assim, para que o IDEB de uma escola ou rede cresça é preciso que o aluno aprenda, não repita o ano e frequente a sala de aula.

Para que pais e responsáveis acompanhem o desempenho da escola de seus filhos, podem verificar o IDEB da instituição, que é apresentado numa escala de zero a dez. Da mesma forma, gestores acompanham o trabalho das secretarias municipais e estaduais pela melhoria da educação.

O índice é medido a cada dois anos e o objetivo é que o país, a partir do alcance das metas municipais e estaduais, tenha nota 6 em 2022 – correspondente à qualidade do ensino em países desenvolvidos.

Esse índice pode nos dar parâmetros a serem atingidos e, para isso, o processo de ensino-aprendizagem deveria ter mais qualidade. Equipes gestoras competentes dentro das escolas ou nas secretarias municipais e estaduais, assim como na esfera federal, junto a órgãos do Ministério da Educação, são de grande valia no planejamento, organização e controle de estratégias para se atingir as metas propostas de qualidade no processo ensino-aprendizagem”. (Parâmetros para a Elaboração de Concursos Públicos para Psicopedagogos – Comissão de Comunicação e Divulgação do Conselho Nacional da ABPp – Associação Brasileira de Psicopedagogia, gestão 2011/2013)

A Psicopedagogia é uma área de conhecimento, atuação e pesquisa que tem como objeto principal o estudo  da Aprendizagem e os desvios do aprender. Tem natureza interdisciplinar e desenvolve um caminho transdisciplinar “fruto gradativo de efetivas articulações e integração de diferentes áreas do conhecimento”.  (Comissão de Formação e Regulamentação do Conselho Nacional da ABPp). 

A Psicopedagogia se apropria de um olhar múltiplo sobre o sujeito, considerando seus contextos psico-sócio-históricos. Atua na confluência das áreas de Educação e Saúde, utilizando métodos, instrumentos e recursos próprios para compreender, promover, diagnosticar e intervir nos processos individuais ou grupais de aprendizagem.

Os resultados do IDEB 2013 ainda apontam para uma importante defasagem em relação à meta esperada para 2022, principalmente nas séries mais avançadas, com índice de 5,2 nos anos iniciais do Ensino Fundamental; 4,1 nos anos finais do Ensino Fundamental e 3,7 no Ensino Médio (INEP – Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais).

Para Paulo Freire (1997, p. 166,167) , há sujeitos que se encontram para a pronúncia do mundo, para a sua transformação… Na co-laboração os sujeitos dialógicos se voltam para a realidade mediatizadora  e analisam criticamente o problema que  os desafia. A resposta a estas situações problema que a realidade apresenta, é  a ação libertária dos sujeitos  sobre ela para transformá-la.

Segundo Juarez (2012, p. 201), as realidades complexas das  comunidades  requerem de nós, como psicopedagogos, clareza de ideias, pois nos exigem intervenções bem sucedidas, fundamentadas em uma concepção de aprendizagem contextualizada na possibilidade de transformação social. Parte-se da intenção de repensar uma Psicopedagogia Comunitária como perspectiva emergente na atualidade, entendendo-a como conhecimento que se atualiza e se completa a partir da prática, da reflexão crítica e prospectiva.

Frente aos dados acima apresentados, justifica-se a presença do psicopedagogo (profissional, graduado e/ ou pós-graduado que tem como objeto de estudo a aprendizagem) nas equipes gestoras tanto nas escolas quanto nas secretarias municipais e estaduais, assim como na esfera federal, junto a órgãos do Ministério da Educação. Cabe aos órgãos públicos determinar medidas que contemplem a inserção desse profissional; e cabe à sociedade movimentar-se para ocupar esse espaço, enquanto as medidas necessárias não são implantadas.

Deste modo, a  ABPp  SEÇÃO SÃO PAULO, renovando seu compromisso social com a Psicopedagogia e com a sociedade como um todo, apresenta sua proposta atualizada oferecendo ao associado a oportunidade de atuação voluntária no Projeto Social.

 

Apresentação

O psicopedagogo voluntário, deverá ser associado à ABPp SEÇÃO SÃO PAULO.

Poderá ser:

  • estudante de Psicopedagogia, com necessidade de fazer estágio supervisionado, para complementar a sua formação;
  • recém-formado, com necessidade de iniciar e garantir experiência profissional;
  • profissional experiente que deseje dar a sua contribuição ao Projeto Social.

O associado atuará em uma escola pública, de sua livre escolha, próxima a sua residência.

O atendimento deverá ser de, no mínimo, para duas crianças e/ou adolescentes, por uma hora, semanais, durante o segundo semestre de 2015.

Os voluntários não serão remunerados, deverão assinar o termo de compromisso para aderir ao projeto, farão o atendimento psicopedagógico com registro de relatório, participarão de encontros de supervisão e da produção de artigo científico.

O trabalho psicopedagógico será regido pelos princípios do Código de Ética da ABPp.

 

Objetivos

  • favorecer / possibilitar às camadas sociais menos favorecidas, o acesso ao trabalho psicopedagógico.
  • prevenir, minimizar e remediar as consequências da não aprendizagem de alunos das camadas sociais menos favorecidas.
  • estimular o associado   para o aprimoramento do exercício profissional por meio da prática supervisionada.
  • documentar as atividades do projeto social ABPp – Seção São Paulo fomentando a pesquisa e a produção científica.

 

Identificação

ABPp SP – Associação Brasileira de Psicopedagogia SEÇÃO SÃO PAULO

CNPJ: 06.975.058/0001 – 37

Av. Dr. Arnaldo, 1690 – Sumaré – São Paulo  – CEP: 01255-000

Tel: 11 995131411

www.saopauloabpp.com.br

saopaulo@saopauloabpp.com.br

 

 

Elaboração do Projeto

Diretoria (2014-2016)

Presidente : SANDRA LIA NISTERHOFEN SANTILLI

Vice-Presidente: MARIA CRISTINA NATEL

Diretora  Secretária:  REBECA LESCHER NOGUEIRA

Diretora Secretária Adjunta: MARIA LÚCIA CARUSO

Secretária Adjunta: YMEI TRENCH

Diretora Financeira: HELENA BARBOSA SILVA

Diretora Cultural: RUTH NASSIFF

Diretora Relações Públicas: THAIS BECHARA

Diretora Relações Públicas Adjunta: SONIA MARIA MARCONDES LICURSI

Assessora do Projeto Social: SILVIA AMARAL DE MELLO PINTO

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

FREIRE, P. – (166 –167 Pedagogia do Oprimido,  17ª edição, 1997 – Paz e Terra – Rio de Janeiro.

JUAREZ, M. P.  – in Pesquisas e Práticas Psicossociais, 7(2), Aportes y Desafíos  – Avaliações de uma Psicopedagogia Comunitária: Reflexões, Contribuições e Desafios São João del-Rei, julho/dezembro 2012

MARTÍNEZ,A.;TACCA,M. C. A Complexidade da Aprendizagem.Campinas,Ed.Alínea,2009

MEIER, M.; GARCIA,S. Mediação da Aprendizagem – Contribuições de Feuerstein e Vygotsky. 2ª Ed. Curitiba, Graphiven. 2007

SCOZ, B. Identidade e Subjetividade de Professores: sentidos do aprender e do ensinar. – 2ª Ed. Petrópolis, Vozes. 2012

TÉBAR, L. O perfil do professor mediador – Pedagogia da Mediação. São Paulo, Ed. Senac. 2011

Projeto Social ABPp SEÇÃO SÃO PAULO vai à Comunidade

 

Gestão 2017/2019

 

Histórico

No final de 2016, foi realizada reunião da Diretoria da ABPp Seção São Paulo e da Assessoria do Projeto Social, com os associados voluntários do projeto e seus supervisores.  Nessa ocasião foi feita análise do andamento do Projeto Social durante o ano, avaliando aspectos positivos e negativos, traçando-se os rumos para 2017 com algumas modificações de metas.

A avaliação apontou para um crescimento do número de associadas interessadas em participar do projeto, de três para sete voluntárias, em relação ao 1º semestre daquele ano. Os atendimentos foram realizados com crianças de escolas públicas, em suas próprias escolas. Apesar de alguns obstáculos para iniciar o processo de atendimento psicopedagógico ou durante este, fatores esses naturais ao processo, a avaliação apontou para o sucesso do Projeto, com aprendizagem para todos os envolvidos, tanto os associados supervisionados, como para associados titulares supervisores, crianças e jovens que foram atendidos e suas respectivas famílias.

 

Apresentação

Deste modo, a  ABPp  SEÇÃO SÃO PAULO, renovando seu compromisso social com a Psicopedagogia e com a sociedade como um todo, apresenta sua proposta para 2017, com a abertura de possibilidade de atendimento dos voluntários em seus próprios consultórios, e de atenderem também crianças, jovens e adultos de escola particular e outras instituições, dando mais opções e maior flexibilidade aos voluntários em suas ações.

 

Critérios
  • O psicopedagogo voluntário, deverá ser associado à ABPp SEÇÃO SÃO PAULO.

 

Poderá ser:
  • estudante de Psicopedagogia, com necessidade de fazer estágio supervisionado, para complementar a sua formação;
  • recém-formado, com necessidade de iniciar e garantir experiência profissional;
  • profissional experiente que deseje dar a sua contribuição ao Projeto Social.
  • O associado atuará em local de sua livre escolha.
  • O atendimento deverá ser de, no mínimo, uma criança, adolescente ou adulto, por uma hora semanal.
  • Os voluntários não serão remunerados, deverão assinar o termo de compromisso para aderir ao projeto, farão o atendimento psicopedagógico com registro de relatório, participarão de encontros de supervisão gratuitos e da produção de artigo científico.
  • O trabalho psicopedagógico será regido pelos princípios do Código de Ética da ABPp.

 

Objetivos
  • favorecer / possibilitar às camadas sociais menos favorecidas, o acesso ao trabalho psicopedagógico.
  • prevenir, minimizar e remediar as consequências da não aprendizagem de alunos das camadas sociais menos favorecidas.
  • estimular o associado   para o aprimoramento do exercício profissional por meio da prática supervisionada.
  • documentar as atividades do projeto social ABPp – Seção São Paulo fomentando a pesquisa e a produção científica.

 

 

Identificação

ABPp SP – Associação Brasileira de Psicopedagogia SEÇÃO SÃO PAULO

CNPJ: 06.975.058/0001 – 37

Av. Dr. Arnaldo, 1690 – Sumaré – São Paulo  – CEP: 01255-000

Tel: 11 995131411

www.saopauloabpp.com.br

saopaulo@saopauloabpp.com.br

 

 

Diretoria (2017-2019)

Presidente: Maria Cristina Natel

Vice-Presidente: Rebeca Lescher Nogueira de Oliveira

Secretária: Andrea de Castro Jorge Racy

Secretária Adjunta: Márcia Maria Machado Monteiro

Diretora Financeira: Helena Maria Barbosa da Silva

Diretora Financeira Adjunta: Ymei Uvo e Sá Trench

Diretora Cultural: Ruth Nassiff

Diretora Cultural Adjunta: Cecilia Gereto de Mello Faro

Diretora de Relações Públicas: Wylma Espinheira Teixeira Ferraz Lima

Diretora de Relações Públicas Adjunta: Maria Lúcia Moura Caruso

Assessoria do Projeto Social: Silvia Amaral de Mello Pinto

Sandra Lia Nisterhofen Santilli